Mais um lindo evento na Ilha da Lindalva! E este se chama:
Colcha de Retalhos de Amor

PARA QUEM NÃO SABE A ILHA DA LINDALVA CRIOU A COLCHA DE AMOR EM 2012, UMA FORMA DE HOMENAGEAR AS MÃES E FILHAS DAS MÃES DAS ONDAS E DE LÁ PARA CÁ A ILHA VEM COSTURANDO ESTE CARINHO - QUEM VAI PARTICIPAR ESTE ANO?

Convido a todas as amiguxas da blogosfera para visitar a ilha, clique no link acima e veja como fazer para participar. Eu já estou participando. E você, vai ficar de fora dessa?!

Na próxima segunda-feira, dia 13 de abril, Fortaleza completa 289 anos e para comemorar, o movimento Fortaleza Sou Eu irá promover uma grande festa de aniversário com bolo de chocolate gigante e muita música.

Festa de Aniversário de Fortaleza

Quando: Segunda-feira, dia 13 de abril, às 16h

Onde: Aterrinho da Praia de Iracema

Programação completa do aniversário de Fortaleza

16h às 20h - Arena Infantil no Largo Luiz Assunção com atividades recreativas

18h – Parabéns e distribuição de bolo

19h – Show “Para cantar Fortaleza”, com artistas locais cantando canções de compositores cearenses.

Atrações: Artur Menezes, Caio Castelo, Marcos Lessa, Luciana Lívia, Lucinha Menezes, Renato Mesquita, Téti e Waldonys.

21h30min – Show da cantora Vanessa da Mata

Você também pode gostar de:



Postado por: Cláudia Forte às 17h25



Comentário aprovado, será publicado.

 






Desesjo a todas(os) um abençoado domingo de páscoa!!!

Amiguxas, os comentários do blog,

voltaram a ser no final do post, ok?!

Dispersão

 

Perdi-me dentro de mim 

Porque eu era labirinto, 

E hoje, quando me sinto, 

É com saudades de mim. 

 

Passei pela minha vida 

Um astro doido a sonhar. 

Na ânsia de ultrapassar, 

Nem dei pela minha vida... 

 

Para mim é sempre ontem, 

Não tenho amanhã nem hoje: 

O tempo que aos outros foge 

Cai sobre mim feito ontem. 

 

(O Domingo de Paris 

Lembra-me o desaparecido 

Que sentia comovido 

Os Domingos de Paris: 

 

Porque um domingo é familia, 

É bem-estar, é singeleza, 

E os que olham a beleza 

Não têm bem-estar nem familia). 

 

O pobre moço das ânsias... 

Tu, sim, tu eras alguém! 

E foi por isso também 

Que te abismaste nas ânsias. 

 

A grande ave dourada 

Bateu asas para os céus, 

Mas fechou-as saciada 

Ao ver que ganhava os céus. 

 

Como se chora um amante, 

Assim me choro a mim mesmo: 

Eu fui amante inconstante 

Que se traíu a si mesmo. 

 

Não sinto o espaço que encerro 

Nem as linhas que projecto: 

Se me olho a um espelho, erro - 

Não me acho no que projecto. 

 

Regresso dentro de mim, 

Mas nada me fala, nada! 

Tenho a alma amortalhada, 

Sequinha, dentro de mim. 

 

Não perdi a minha alma, 

Fiquei com ela, perdida. 

Assim eu choro, da vida, 

A morte da minha alma. 

 

Saudosamente recordo 

Uma gentil companheira 

Que na minha vida inteira 

Eu nunca vi... Mas recordo 

 

A sua bôca doirada 

E o seu corpo esmaecido, 

Em um hálito perdido 

Que vem na tarde doirada. 

 

(As minhas grandes saudades 

São do que nunca enlacei. 

Ai, como eu tenho saudades 

Dos sonhos que não sonhei!...) 

 

E sinto que a minha morte - 

Minha dispersão total - 

Existe lá longe, ao norte, 

Numa grande capital. 

 

Vejo o meu último dia 

Pintado em rolos de fumo, 

E todo azul-de-agonia 

Em sombra e além me sumo. 

 

Ternura feita saudade, 

Eu beijo as minhas mãos brancas... 

Sou amor e piedade 

Em face dessas mãos brancas... 

 

Tristes mãos longas e lindas 

Que eram feitas pra se dar... 

Ninguém mas quis apertar... 

Tristes mãos longas e lindas... 

 

E tenho pêna de mim, 

Pobre menino ideal... 

Que me faltou afinal? 

Um elo? Um rastro?... Ai de mim!... 

 

Desceu-me nalma o crepusculo; 

Eu fui alguém que passou. 

Serei, mas já não me sou; 

Não vivo, durmo o crepúsculo. 

 

Alcool dum sono outonal 

Me penetrou vagamente 

A difundir-me dormente 

Em uma bruma outonal. 

 

Perdi a morte e a vida, 

E, louco, não enlouqueço... 

A hora foge vivida, 

Eu sigo-a, mas permaneço... 

 

. . . . . . . . . . . . . . . 

. . . . . . . . . . . . . . . 

Castelos desmantelados, 

Leões alados sem juba... 

. . . . . . . . . . . . . . . 

. . . . . . . . . . . . . . . 

Mário de Sá-Carneiro, in 'Dispersão'



Presentes de páscoa que ganhei da miguxa Lindalva
Ahhh, linda Lindalva! Você sempre nos surpeendendo com as suas maravilhas virtuais!!!
Ameeeii todos os presentes!!!




Postado por: Cláudia Forte às 02h34



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