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Cláudia Forte



QUANDO TE DESPES...

 

Quando te despes e eu te vejo nua, Quando o corpo te deseja e a alma te cultua,

Longas mechas dos teus cabelos cheios Adornando as pontas rosadas dos teus seios, Peça por peça caindo sobre o chão

Como as folhas sonolentas de uma estação,

Eu como um fiel diante de um altar, A prece do teu corpo orando sem parar,

Cheio de devoção e de delírio,

Os teus lábios acesos como a luz de um círio, Algo ainda te veste, sutilmente...

- Teu colar delicado e a cruz do teu pingente.

 

Quando te despes, doce e langorosa,

E eu colho em teu perfume a alma de uma rosa, Cheia de mistério, silêncio e calma

Como se tu despisses também a tua alma, Numa penumbra azul que te acortina Feito uma gaze leve, flutuante, fina...

Tudo de acordo como o rito ideal De uma lua de mel mística e celestial,

Numa hora sagrada, numa hora alta, propícia, De saudades e de consumação fictícia... Mesmo o silêncio, reverente, aquieta...

- Fazes sonhar o homem e enlouquecer o poeta.


Livro: Um beijo de estrelas
Autor: Paulo Maurício


Escrito por Cláudia Forte às 14h47
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